Pensar Ganha-Ganha ou Nada Feito - FranklinCoveyFranklinCovey
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Pensar Ganha-Ganha ou Nada Feito

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O pensamento ganha-perde é a hipótese de quase todas as negociações e processos de solução de problemas. É consequência de uma mentalidade social de escassez, segundo a qual quanto mais os outros ganham ou obtêm, menos sobra para mim. O objetivo é obter o que nós queremos – o que em geral quer dizer ficar imaginando como manipular ou levar vantagem sobre o outro cara para leva-lo a fazer o máximo de concessões. Muitos procuram lidar com as discordâncias, até dentro da família, do mesmo modo. Os dois lados brigam até que ou um cede ou ambos chegam a um acordo.

A chave para romper com essa mentalidade do ganha-perde é determinar-se emocional e mentalmente, a defender a “vitória” da outra parte tanto quanto a nossa. Isso exige coragem, pensamento abundante e grande criatividade para não aceitar nada que não seja satisfatório para os dois lados. Outra condição é começar com uma opção de Nada Feito. De fato, até que o Nada Feito seja uma opção viável em nossa mente, isto é, até que estejamos totalmente preparados para dizer Nada Feito, ir embora, discordar gentilmente, a menos que as duas partes sintam realmente que estão ganhando, acabaremos manipulando e ás vezes pressionando ou intimidando outros a fim de obter nossa vitória. Mas quando o Nada Feito é verdadeiramente uma opção viável, podendo falar honestamente para o outro, “A menos que isto seja uma verdadeira vitória para você e que você acredite nisso sinceramente e a menos que isto seja uma verdadeira vitória para mim e que eu acredite sinceramente nisso, é melhor ficar por enquanto com um Nada Feito”. Esse processo é tão libertador e exige uma tal combinação de humildade e bondade com força e coragem que, uma vez que se chega a um acordo, as duas partes estão transformadas, estabelece-se um elo tão forte entre elas que serão sempre leais uma a outra, mesmo nas ausências.

Você pode observar que a força deste depósito Ganha-Ganha ou Nada Feito está na disposição inicial do sacrifício – a deixar em suspenso nossos próprios interesses pelo tempo necessário para entender o que a outra pessoa mais quer e por quê, de modo que seja possível trabalhar conjuntamente numa solução nova e criativa que inclua os interesses de ambos os lados.

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