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O que torna uma empresa tóxica?

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Estudos mostram que a ‘intolerância à incerteza‘ é uma característica individual que pode ser definida como uma reação inadequada ou desproporcional a uma situação vista como ameaçadora ou de difícil solução.

Nunca fazer mais com menos foi tão presente nas organizações como agora.

Em meio a essa pressão e estresse crescentes, o medo que as incertezas provocam contribui para tornar o ambiente das empresas mais tóxico.

Nas organizações, tanto líderes quanto liderados têm sido muito mais exigidos frente às dificuldades de obter resultados melhores com menos recursos e, até mesmo, pelo acúmulo de funções devido à falta de pessoal.

E não é apenas o estresse que aumenta entre as pessoas no ambiente corporativo. Lidar com incertezas faz parte da vida, a questão é como encará-las.

Estudos mostram que a ‘intolerância à incerteza‘ é uma característica individual que pode ser definida como uma reação inadequada ou desproporcional a uma situação vista como ameaçadora ou de difícil solução.

Em um cenário de enxugamento das equipes de trabalho e de longas jornadas, carregadas de pressão, estresse e incertezas, as pessoas tornam-se ansiosas e, muitas vezes, não conseguem descansar nem nos finais de semana, o que acaba comprometendo o convívio com a família.

Quanto maiores o ambiente de incertezas e a dificuldade de responder às demandas, maiores os danos físicos e emocionais que o estresse pode causar nas pessoas.

E danos não apenas para a saúde física e mental dos indivíduos, mas também para o próprio ambiente de trabalho e, consequentemente, para a organização.

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O papel do RH no aumento da produtividade

Em situações como essa o RH precisa ter foco, estar próximo da alta direção – tanto no sentido de ouvi-la em relação às incertezas do negócio e ao que foi programado para o futuro, quanto levando reflexões em torno de como agir e como comunicar a fase difícil da companhia.

Ao ter certeza sobre as decisões difíceis a serem tomadas, saber como fazer e comunicar é essencial para que não se desmotive a equipe e a mensagem de que mensagens como essa acontecem e passam.

Outro ponto importante é que o RH não esteja sentado na cadeira: ele precisa circular, ir ao chão de fábrica, aos escritórios, onde as orientações técnica e comportamental farão toda a diferença.

O grande papel do RH é educar os líderes, ajudar a dar o tom de contraponto, ajudar a dar o tom construtivo, manter o foco, evitar que o momento seja utilizado para perseguições pessoais. E também é o momento ideal para afastar os improdutivos, encostados, negativistas e sem iniciativa.

O RH precisa lutar e educar para aumentar a produtividade da empresa, precisa também mostrar serviço, pois, caso contrário vira um problema para os líderes que precisam salvar a empresa. No entanto, mostrar serviço de forma construtiva, afastando quem não contribui e preservando e premiando os produtivos.

Outras estratégias e ferramentas que ajudem os indivíduos a melhorar suas habilidades e recursos para reconhecer e gerenciar melhor suas reações ao estresse, e aumentar sua resistência, também são bem-vindas.

É possível implantar programas de bem-estar no ambiente de trabalho que ajudem os colaboradores a gerenciar demandas da vida pessoal e poupar tempo e energia. Uma comunicação honesta e transparente sobre as dificuldades que a empresa está enfrentando e a escuta atenta dos anseios da equipe também tem um papel fundamental.
O RH pode fomentar uma cultura que respeite a vida pessoal e as obrigações fora do trabalho, implantando políticas de home office e horário flexível para ajudar as pessoas a diminuir outros fatores de estresse, como o trânsito e restabelecer equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

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