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Falamos a mesma língua… mas não nos entendemos

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People playing cat's cradle

Nunca subestime o poder de uma palavra ou de uma ação gentil. – Jackson Brown Jr.

O grande desafio da comunicação eficaz, reside no fato de muitos de nós caminharmos para uma de três possíveis direções: Evitamos o confronto, ficando calados e entramos em nossas “cavernas”, falamos excessivamente, fazendo “looping” do assunto de forma exaustiva e agressiva ou buscamos de forma clara e civilizada encontrar uma solução.

Em cada uma das situações descritas acima, existem nossas histórias de vida nos influenciando.  Algumas pessoas acreditam que o outro sempre o estará acusando, se colocam em posição de vítima.  Outras pessoas, não desenvolvem a paciência necessária para esclarecer o que pensam, acreditam que fugir da discussão é o caminho. Existem aquelas que arranjam encrenca para tudo, nunca ficam bem, só melhoram depois de ter criado um clima ruim. E aqueles que buscam o equilíbrio, a compreensão e a “paz”.

Quando as emoções estão em alta, fica muito difícil ouvir com empatia e discernimento. Nestes momentos nossa fisiologia entra em ação, uma ebulição toma conta de nosso ser, então de maneira automática, somos levados ao silêncio ou discussão.  O problema dessa reação, é que o cérebro diante do desafio desvia o sangue de atividades que não considera essenciais, direcionando-os para os músculos, diminuindo a quantidade na área irrigada no cérebro onde tomamos decisões sensatas. Passamos a reagir em vez de agir com equilíbrio.

Os momentos em que esta reação acontece, podem ser vividos nas mais diferentes situações do dia a dia, eis alguns exemplos:

  1. a) Quando temos pontos de vista antagônicos sobre um assunto delicado;
  2. b) Quando falamos a um superior que tem comportamento reativo;
  3. c) Quando lidamos com uma separação;
  4. d) Quando falamos de resultados ruins sobre uma responsabilidade delegada;
  5. e) Quando cobramos uma dívida;

A falta de compreensão afeta nossa vida pessoal e profissional, impactando não só no relacionamento mas também em nossa saúde, provocando um desequilíbrio em nossos sistemas metabólicos.  Grande parte das pessoas acredita que não precisa aprender, aperfeiçoar-se ou melhorar suas habilidades de comunicação.  Essas mesmas pessoas acreditam que o que já sabem lhe basta.

Falar sem rodeios e de maneira clara pode ajudar-nos a evitar interpretações erradas e a encontrar uma solução.  Alguns pontos que influenciam nossas emoções e por consequência nossos relacionamentos são:

Sorria:  Não fere, não paga impostos e ajuda criar um ambiente agradável e simpático, além de movimentar vários músculos da face, influenciando de maneira benéfica o tônus muscular.

Evite criticar: Principalmente se as emoções estiverem em alta, nestes momentos a capacidade auditiva parece diminuir sensivelmente, levando a “surdez” temporária.

Elogie: Nada melhor para o ser humano do que receber reconhecimento por seus feitos, mesmo que para você o elogio  pareça simples.

Conecte-se: Interaja com as pessoas que gosta, usufrua do convívio, ame sem “frescura”. Perdoe sempre que possível, 70 x 7 é o conselho encontrado nas escrituras.

Mantenha o bom humor: O humor diminui a distância entre as pessoas, além de criar um ambiente ideal para o desenvolvimento de ideias criativas.

Qual o seu comportamento diante de um assunto difícil? Em qual das três direções citadas você se enquadra? Que resultados você tem conseguido? Existe algo a aprender ou melhorar?

Boa reflexão!

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